Fim de ano

por Luiz Paulo Vellozo Lucas

Bye bye 2015

O ano que se finda foi e está sendo difícil para o Brasil. Não foi fácil também para estados e municípios. Mais difícil, porque são entes reais – de carne e osso, expectativas e emoções – para os cidadãos brasileiros.

Para aqueles que não se prepararam – como o caso de alguns estados e municípios – a situação se fez ainda pior. O segredo de 2015 foi poupar – recursos e energia – estabelecendo metas e planos e se capacitando para os tempos vindouros.

Esses tempos, como já sabemos a partir de alguns indicadores que surgem para o ano de 2016, também não serão fáceis, mas nós podemos fazer deles algo melhor, muito melhor. Depende de como foi, está sendo e será a nossa preparação.

Do ponto de vista individual me parece que é o momento de se esforçar ao máximo para se capacitar. Estudar, inclusive utilizando os muitos cursos gratuitos que encontramos na Internet.

Para alguns tipos de negócios momentos difíceis como este também se constituem como oportunidades. Para aqueles que estão passando mais dificuldades – com o desemprego – é hora de olhar para a frente e tentar se reinventar, buscar novas oportunidades no mercado de trabalho.

Fim de Ano
Do ponto de vista das instituições públicas cumpre reconhecer as dificuldades e realizar mais com menos, fazer render cada real aplicado em programas de desenvolvimento e sociais. Não é aceitável que os gestores públicos fiquem apenas a maldizer as dificuldades e esqueçam-se de suas responsabilidades de resolver os problemas estruturais e do cotidiano.

Temos que ter, a cada dia, mais e mais compromisso com a boa gestão, buscando aquele que é a condição e o destino das instituições públicas: o cidadão, sua qualidade de vida e desenvolvimento. É necessário e possível.

Podemos e iremos fazer de 2016 algo melhor, depende de cada um e de todos nós.

Que venha 2016.

Luiz Paulo Vellozo Lucas

Luiz Paulo Vellozo Lucas

Capixaba, 59 anos, pai do André, Laura e Rafael – e avô do Dante.
Engenheiro de produção formado pela UFRJ, pós-graduado em desenvolvimento econômico (BNDES) e economia industrial (UFRJ).
Funcionário do BNDES desde 1980, professor da PUC-RJ e da FDV e atualmente sou presidente do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).

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