Dilma, a pior presidente da história recente!

por Luiz Paulo Vellozo Lucas

Pesquisa Datafolha

Mais uma pesquisa, desta feita do Datafolha, divulgada ontem, comprova o que todos já sabemos: Dilma é a presidente mais mal avaliada da história do país desde a redemocratização.

A avaliação negativa (ruim + péssimo) da presidente cresceu, entre junho e agosto, de 65% para 71%. Do outro lado, sua avaliação positiva (ótimo + bom) diminuiu de 10% para 8%.

Nem o presidente Collor de Melo, às vésperas da votação de autorização da abertura do seu processo de impeachment, em setembro de 1992, tinha desempenho tão ruim. Collor tinha 68% de ruim e péssimo e 9% de bom e ótimo.

Sobre a abertura do processo de impeachment de Dilma no Congresso Nacional, já há a concordância de 66% dos cidadãos do país, número que cresceu 3% desde junho; 38% já acreditam que ela sofrerá o impedimento, contra 29% da pesquisa anterior.

Dilma, a pior presidente da história recente!

Nunca antes na história desse país um presidente foi tão mal avaliado pelos seus concidadãos. Uma vergonha.

Não por outro motivo o Ministro Aloísio Mercadante veio à público reconhecer que a estabilização monetária do país foi feita nos governo de FHC, faz pose de humilde para tentar estancar a crise política no Congresso Nacional, e o vice-presidente, e articulador político do governo, Michel Temer, reconheceu que a crise é grave.

Para Dilma, como nos jogos eletrônicos, só resta o “GAME OVER”.

Para que a esperança do país, por um governo decente e eficiente, responsável e competente se instale, é preciso, como tenho destacado aqui, a construção de uma nova coalizão reformista e desenvolvimentista, ética e com preocupação na sustentabilidade. Esse processo deve ser construído de forma clara e transparente, com propostas e compromissos objetivos para a reconstrução e o desenvolvimento do Brasil.

Em frente vamos, sempre com a esperança renovada nos brasileiros.

Luiz Paulo Vellozo Lucas

Luiz Paulo Vellozo Lucas

Capixaba, 58 anos, pai do André, Laura e Rafael – e avô do Dante.
Engenheiro de produção formado pela UFRJ, pós-graduado em desenvolvimento econômico (BNDES) e economia industrial (UFRJ).
Funcionário do BNDES desde 1980, professor da PUC-RJ e da FDV e atualmente sou presidente do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).

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